Sobre moda e Supergirl

Depois de 24 anos vivendo uma vida normal, Kara Danvers, que na verdade é Kara Zoer-El, usa seus poderes pela primeira vez quando sua irmã de criação se envolve em um acidente aéreo, e ela é batizada pela maior estrela da mídia e também sua chefe, Cat Grant, de Supergirl.
A partir daqui acompanhamos as aventuras e desventuras de Kara enquanto ela redescobre seus poderes kriptonianos e concilia isso à sua vida normal, e fora esse roteiro clichê de super-herói (que convenhamos é mais do mesmo), a série Supergirl é muitas coisas, mas para mim, principalmente, inspiração no que diz respeito ao me vestir. Desde o primeiro episódio eu já me apaixonei pelas roupas que Kara usa como Danvers.
Nesse processo de descoberta do meu estilo, é a primeira vez que consigo me identificar tanto com um personagem, e o melhor, é quase 100% das roupas que eu sinceramente usaria e até faço uso no dia-a-dia onde não é preciso uniforme.
Quando falo sobre moda não falo de cópia, falo de inspiração, pois não é preciso ter as mesmas peças para chegarmos à uma conclusão parecida, só é preciso criatividade. Com as roupas expresso bagagem e passo mensagens, e sou minha própria heroína.




E todo mundo tem um pouquinho de Kara ao ganhar sorvete, 
um sorvete vindo de Flash, o próprio 
- de vestidinho amarelo ou não.

Sobre Gilmore Girls e já estar na terceira temporada

Comecei a assistir Gilmore Girls dia 30 de julho. Em duas semanas e meia alcancei o terceiro episódio da terceira temporada. E ainda tenho muito o que aprender com as "garotas Gilmore".

Essa é a primeira vez que assisto a série e creio que se tivesse assistido antes lá pelos meus 17 anos eu estaria bem Rory, porém assistindo agora, aos 22, me sinto um misto de mãe e filha. Ambições parecidas com as de Lorelai, paixão pelos livros novamente despertada pela Rory - só não carrego cinco livros comigo por não ter coluna suficiente para isso (obrigada por existir, Kindle).

Em uma conversa entre Luke e Lorerai, mais uma vez o universo me manda sinais luminosos que tá tudo bem, eu estou no caminho certo, é só continuar em frente. Já passou da hora de ficar me questionando se fiz (e estou fazendo) as escolhas certas.

"Você esta mais pronta do que nunca."
"Luke, não subestime a total falta de confiança que tenho em meu talento."
"Você é a confiança em pessoa, chega a ser arrogante."
"Obrigada."
"Estou falando no bom sentido. Você é boa no que faz."
"Sou boa para fazer o necessário. Quando tive que arrumar emprego, consegui. Quando tive que arrumar uma casa, consegui. Quando quis colocar Rory em Chilton, consegui. Mas não preciso deixar a Independence Inn. Não preciso abrir um negocio meu. Não preciso arriscar assim e pôr tudo o que tenho a perder."
"Então não faça isso."
"[...] não poderia ficar onde estou mesmo se quisesse."
"Você esta com medo, como todo mundo quando quer dar uma grande virada. (...) Tem que mergulhar de cabeça, morrer de medo e aguentar até ficar divertido."

Você só mergulha.

"Quero fazer isso."
"Devia fazer."

É aquilo, o óbvio sendo mais uma vez jogado ali na minha frente.
É incrível como parece que as séries que resolvo assistir sempre se relacionam de alguma forma com a minha vida, naquele exato momento que estou vivendo, ou de alguma forma servem como aviso ou dica do que está por vir. Aconteceu com How I Met Your Mother e está acontecendo com Gilmore Girls, e tudo bem pode ser porque são séries sobre a vida? Pode, mas não da para negar como é bom se identificar com os personagens que vão nos acompanhar por algumas semanas, meses ou anos.


What's your name, darling?

Agente Carter: mais que a namorada do Capitão América.

Extremamente inteligente, bonita e feminina, a agente foge da mesmice das personagens femininas que nunca são aprofundadas. Ou temos uma mulher delicada porém "fraca", a clássica mocinha que precisa ser salva, no outro extremo uma personagem masculinizada. Peggy é uma personagem profunda com sua própria história, e ela não precisa ser masculinizada para ser forte fisicamente, ela é forte como mulher, ao mesmo tempo feminina ao modo de se vestir, delicada, e também cheia de questões como todas nós. Enfrenta o preconceito de ser mulher no meio de um trabalho tipicamente masculino e só ganha "mérito" devido à seu "caso" com o Capitão.
Confesso que eu mesma comecei a assistir devido ao Capitão, mas a série é muito maior. Aqui conhecemos nossa querida agente, com sua própria missão e sua vida pós-guerra, sendo vista por seus colegas de trabalho como uma mera secretária, sendo que sua vontade é voltar à campo, e ser uma das melhores entre eles. 

Até então assisti até o episódio cinco, e não demorou nada para que a série me conquistasse. A última série que me pegou tão rápido assim foi How I Met Your Mother, e mesmo sabendo do cancelamento, com certeza irei assistir até o fim.

Precisamos falar sobre The Musketeers


Eu terminei de ler Os Três Mosqueteiros mês passado e eu mal havia terminado, ele já havia se tornado um de meus favoritos. É arrastado, Alexandre Dumas é o cara das descrições, mas eu amei essa história dos quatro cavalheiros e suas aventuras pela França e redondezas. Athos, Porthos e Aramis. No qual se estabelece que, apesar de seus nomes em os e is, os heróis da história que teremos a honra de contar aos nossos leitores nada têm de mitológicos. Ou talvez tenham. Os três mosqueteiros que na verdade são quatro enfrentam grandes inimigos durante toda sua história, mas claramente o maior de todos, é a maior. Milady de Winter. Ou qualquer um de seus outros nomes. Milady foi muito bem criada por Alexandre Dumas e tudo o que você quer é que ela perca logo a cabeça – literalmente. 

Intrigas, política, amores proibidos, é de tudo isso que se trata essa história, na qual você se vê apegado aos personagens e com medo de que algo os aconteça, mas logo você percebe que mosqueteiros não morrem facilmente. Queria poder dizer o mesmo dos outros personagens. E acho que o mais importante a se dizer, tem base histórica. Um romance de capa e espada como dizem, que foi adaptado, e me permito dizer que fielmente, para uma série de TV. Eu já sei o que acontece, mas cada minuto vale a pena. Claro, posso ter imaginado alguns personagens um tanto diferentes, como um cardeal gordo, uma Milady loira e um Porthos galante, mas nesse último lembre que Aramis era o nosso amante o tempo todo. As batalhas e tramoias fazem jus à escrita de Dumas, temos ação em todos os episódios e não se assuste com os 45 minutos de duração. Não poderia ser menor que isso. Já terminei o livro querendo reler, e agora que estou assistindo à série, quero mais ainda.

Estamos falando de um romance de época, o visual não poderia ser mais do que incrível, mas pode ser que você não consiga aproveita-lo muito bem devido às batalhas. Eu provavelmente assisti alguma adaptação, mas acho que nenhum filme de três horas daria conta dessas 788 páginas fielmente. Acontece muita coisa com os mosqueteiros e fico feliz em acompanha-los agora nessa série. E é bom e ruim saber como tudo termina. E, por favor, que eles não mudem o final de nenhum personagem. De um deles eu até ficaria feliz, mas sejamos realistas. A série está rodando, espero que a terceira temporada saia logo, e se você ainda não entendeu, eu indico os dois: seriado e livro.

73 dias

Alerta de spoiler.


73 dias. Esse foi o tempo que passei assistindo How I Met Your Mother. Pode ser contado em dez semanas, ou dois meses, fato é que minha vida parou por causa desse série, mas valeu cada momento. Muita gente não gosta do final, mas acho que apesar de querer mudar algumas coisas, como já foi dito, essa série nunca foi sobre o destino, e sim sobre a jornada. Ted e Robin nasceram para ficar juntos, só não era a hora certa. Tudo pode ter sido um pretexto para que Ted conseguisse os filhos que tanto desejava, mas estava lá desde o começo. Os dois precisavam amadurecer antes de ficarem juntos.

Aprendi tanto nas últimas semanas que fica até difícil contar. Esse não é um texto de despedida, apesar de não saber o que falar. Assisti à série semanalmente, vários episódios por final de semana, e terminei antes de perceber. Mesmo sem a última temporada no Netflix. How I Met Your Mother me trouxe momentos que quero levar para a vida inteira, e assim como os personagens, acredito em sinais do universo, e o universo colocou esse seriado na minha vida na hora certa. Eu sou um pouco Ted, eu sou um pouco Robin, eu sou um pouco Lily, eu sou um pouco de cada um. Nunca uma série de TV me fez questionar tantas coisas, e eu nunca terminei nenhuma série. Até ontem.

Nós demoramos a conhecer a mãe, Ted definitivamente não serve para contar histórias e não sabe o que é ser sucinto, mas repito, valeu cada momento. Nove anos, nove temporadas, cinco personagens incríveis. Cada pequeno detalhe dessa história acaba fazendo sentido no final, e mesmo que eu queira mudar alguma coisinha, no fundo, eu não mudaria nada. Não é como se a série fosse perfeita, mas quem disse que quero a perfeição? A vida também não é perfeita e estamos aqui do mesmo jeito. Eu aprendi mais lições do que consigo contar com esse seriado, e eu sei que falta coerência nesse texto, mas ele não foi escrito de uma vez só, foi escrito durante toda uma temporada, a última. E fiquei um pouco nostálgica. Eu não queria que How I Met Your Mother tivesse chegado ao fim, queria continuar acompanhando a vida desses cinco personagens, dessas cinco pessoas, desses cinco amigos. Foi esse sentimento que a série me passou durante as nove temporadas, que Marshall, Lily, Robin, Ted e Barney eram meus amigos. Foi aquela sensação de sentar na varanda e saber como foi o seu dia. Já gostei de muitas séries, mas nunca amei nenhuma. Agora eu amo.

Quantos textos eu já escrevi depois de uma maratona, quantas vezes parei para me questionar e não consegui assistir mais nenhum episódio naquele dia, quantas noites eu quase virei com essa série. Não chorei no final, mas ficou aquele sentimento de vazio, e durante a série eu chorei, eu ri, e peguei manias. How I Met Your Mother. Com How I Met Your Mother eu aprendi que não dá para planejar a vida como um prédio, você precisa viver e ela se projetará sozinha. Que tudo bem cometer erros. Que certas coisas precisam chegar ao fim para que coisas melhores tomem seu lugar. Que é preciso dar adeus às coisas ruins. Aos momentos que se sentiu perdido. Aos momentos que houve um não, ao invés de um sim. Aos arranhados e machucados. A toda mágoa. Que tudo bem acreditar no universo e que tudo bem também não acreditar, o que não se pode é perder a esperança de que coisas boas acontecem. Que nem toda noite - ou dia - precisa ser legendário. Que é preciso se arriscar de vez em quando. Bros before hoes. Que não vale a pena se apegar ao passado, você tem que deixa-lo ir. E acho que talvez o ensinamento mais importante, que há várias pequenas coisas que fazem as grandes coisas acontecerem.

Eu amo How I Met Your Mother

"Você não pode projetar sua vida como um prédio. Não funciona desta forma. Você precisa viver e ela se projetará por conta própria. Ouça o que o mundo está lhe dizendo para fazer e dê o salto." - Lily Aldrin

Certo, posso estar sendo precipitada por estar no começo da quinta temporada, mas: eu amo HIMYM. Eu amo como essa série consegue ser real mesmo sendo fictícia, eu amo como consigo me identificar com os personagens e eu amo a forma como ela me faz pensar. Pensar em tudo. Pensar na vida, a vida em geral, nas escolhas, e em como lidar (ou não) com essa loucura que é a vida adulta. Eu já refleti sobre amor, carreira e os 20 e poucos anos. E começar essa série foi a melhor coisa que eu poderia ter feito por mim nos últimos meses. Eu amo a forma como ela me faz sentir. Somos todos Ted Mosby. E um pouco de todos os outros personagens. Estou levando os conselhos dessa série para a minha vida, e é como se a série fosse programada para acompanhar minha vida. E me fazer viver a vida. Se a minha vida fosse uma sitcom, ela seria cancelada na primeira temporada pois eu não tenho boas histórias para contar. Nem histórias ruins, nem histórias de nada, simplesmente porque minha rotina não poderia ser mais que uma rotina, nada de diferente acontece, nunca, nada sai dos trilhos, nenhuma reviravolta, nada. Eu não tenho experiências, eu não tenho passado, mal tenho o presente. Não tenho nada de novo para contar. Aquele dia em que derrubei a PA? Foi incrível! Mas? E aí? É isso? Não tenho nada além de momentos, e eu sei que momentos são importantes, mas eu não me sinto vivendo minha vida.

Mas aí teve aquele dia, dia 19 de setembro, eu me senti infinita, eu me senti infinita enquanto pulava Dog Days Are Over e eu me sentia infinita enquanto virara uma vodka com frutas e eu me senti infinita mesmo não sentindo minhas pernas e eu me senti infinita com aquele cara e ter chamado ele para conversar me fez sentir infinita, mesmo que eu não quisesse e mesmo que ele também não. Aquela noite foi infinita e os momentos continuam ecoando na minha mente. Naquela noite eu vivi pela primeira vez. Naquela noite eu dancei Fancy enquanto usava aquele banheiro nojento. Eu falei que meu nome era Camila. Oi? Naquela noite eu fui infinita, eu fui infinitamente feliz, eu me diverti plenamente e comi cachorro-quente por seis reais, que roubo! E eu poderia falar que eu quero voltar para aquela noite, mas não, eu não faria nada diferente, nem me perder momentaneamente dos meus amigos. Até isso foi infinito! Fiquei infinitamente assustada. Naquela noite em que voltamos para casa em um táxi onde o taxista achou que estávamos os três bêbados, e talvez estávamos mesmo. Naquela noite em que ao chegar em casa tinha mais festa pela frente, uma ressaca, dias de tosse seca e uma quase pneumonia por dormir com a janela aberta e o ventilador ligado, até isso foi infinito. E então a vida voltou aos eixos e voltou a ser... chata? Eu sei que a vida não é uma festa, mas festas assim fazem a vida ser o que ela é: uma caixinha de surpresas. Eu não esperava por metade do que vivi naquela noite, mas eu vivi, e sinto falta de viver mais vezes. Se arriscar é ótimo! E eu preciso provar dessa dose mais vezes, afinal, é isso que importa: a vida real. Podemos inventar ou recriar quantas histórias quisermos, mas o que vai sobreviver no final, é a vida. Não importa se ela foi incrível ou incrivelmente chata. Na verdade, porque as coisas tem que ser sempre magníficas? O simples também importa e sem ele não existiria o incrível. Querer que tudo sempre seja incrível é dar tiro no próprio pé porque a vida não funciona desse jeito. A vida é uma obra de ficção sem roteirista. Coisas ruins vão acontecer assim como as boas, e ambas vão chegar ao fim, mas elas vão continuar acontecendo pois não temos controle sobre elas. Assim como não temos controle sobre o vento, ou o tempo. Ou o resto. Tudo o que podemos fazer é viver esses momentos plenamente e tentar tirar o melhor de tudo isso, porque é o que importa no final. Há momentos em que eu perco as esperanças e quero desistir, mas eu não posso. O que posso é fazer uma pausa, mas continuar porque não dá para ficar parado. Isso parece papo de auto-ajuda, mas é a verdade. Os momentos ruins existem e vão continuar existindo, basta que saibamos tentar lidar com eles. E mesmo esses momentos nos dão história para contar e uma perspectiva de que as coisas podem melhorar, ou piorar, mas elas vão acontecer, pois são as consequências. Não espere que grandes coisas aconteçam para que possa gravar sua história, porque até os pequenos acontecimentos importam e merecem ser compartilhados.

7 animes que marcaram minha infância


Oi! Pra quem não sabe eu gosto bastante de animes, antes mesmo de saber o que era um anime, e hoje eu trouxe alguns dos meus favoritos de quando eu era criança e que vale a pena assistir. Porque a gente nunca está velho demais para animes.

Dragon Ball Z: lembro perfeitamente de 2004. Eu assistia DBZ todos os dias religiosamente depois do almoço, antes de ir para a escola. Dragon Ball Z se passa 5 anos após o final de Dragon Ball (que eu não assisti). Goku já é adulto e pai de Gohan. Ele conhece seu irmão mais velho, Raditz, que lhe informa que ambos são membros de uma raça extraterrestre, os Sayajins. Tal raça enviou Goku ainda criança para a Terra com o objetivo de conquistar o planeta, mas ele fere sua cabeça na aterrizagem e esquece qual é sua missão inicial. {Wikipédia}

Sakura Card Captors: acho que um dos meus favoritos, amo guerreiras mágicas. Sakura Kinomoto é uma garota de 10 anos, estudante da fictícia cidade japonesa de Tomoeda, que por acidente abre um livro misterioso, chamado Livro Clow. Do livro saem 52 cartas mágicas levadas por uma tempestade de vento causada pela magia da carta Vento, que foi libertada quando Sakura leu seu nome. Kerberos, o guardião das cartas, surge do livro e conta a Sakura que as cartas foram espalhadas por toda Tomoeda e é seu dever capturá-las de novo, tornando-a uma cardcaptor. Planos para ler o mangá em breve. {Wikipédia}

Pokémon: quem nunca quis ser um Mestre Pokémon? Ao completar dez anos, Ash Ketchum, um garoto que sonha em se tornar um Mestre Pokémon, pode finalmente começar sua jornada em busca do seu sonho. No entanto, ele dorme demais no dia de receber seu primeiro Pokémon e, ao chegar atrasado no laboratório do Professor Oak, descobre que todos os Pokémon iniciais já haviam sido escolhidos por outros treinadores. Então, o Professor diz que há outro Pokémon, um Pikachu, que não gosta de ficar na Pokébola e é muito teimoso. Assim, ignorando os avisos, Ash o aceita e começa sua jornada. {Wikipédia}

Os Cavaleiros do Zodíaco: esse foi influência do meu pai. Eu me lembro de ficar assistindo com ele na Band sempre que passava. O enredo se concentra em um órfão chamado Seiya, forçado a ir ao Santuário na Grécia para obter a Armadura de Bronze de Pégaso, uma veste usada pelos 88 guerreiros da deusa grega Atena, conhecidos como Cavaleiros. Após despertar o poder dos Cavaleiros, uma essência espiritual que se originou com o Big Bang (chamada de Cosmos), Seiya rapidamente se torna o Cavaleiro de Pégaso e volta ao Japão para encontrar sua irmã mais velha. Como a jovem havia desaparecido no mesmo dia em que Seiya foi para o Santuário, Saori Kido, a neta do homem que enviou todos os órfãos para treinar, faz um trato com ele e o pede que participe de um torneio chamado de Guerra Galática, onde os órfãos que sobreviveram e se tornaram Cavaleiros de Bronze devem lutar para ganhar a mais poderosa Armadura: a Armadura de Ouro de Sagitário. Se Seiya vencesse o torneio, Saori iniciaria uma busca por sua irmã. Quero muito ler o mangá! {Wikipédia}

Ashita No Nadja: Nadja Applefield é uma órfã que desde bebê vive no orfanato Applefield. Um dia, quando estava brincando com os seus amigos, ela é chamada pela diretora do orfanato, Miss Applefield, que lhe entrega uma encomenda. Dentro da caixa, havia um vestido elegante e um diário, além de uma carta, que dizia: "Parabéns, Nadja. Logo chegará seu aniversário de 13 anos. Estou lhe mandando um presente que é uma lembrança da primeira vez que sua mãe foi ao baile. Com os votos de que você encontre sua mãe de novo." Nadja não sabia que a sua mãe ainda estava viva e a diretora lhe explica que, quando ela era um bebê, foi entregue ao orfanato por um amigo de sua mãe, porque ela estava doente e acreditava que não iria conseguir criar sua filha. A partir desse momento, a garota passa a ter o sonho de encontrar a sua mãe novamente. {Wikipédia}

Hamtaro: o anime que me deixou com vontade de ter um hamster. Ainda quero. Hamtaro é um anime que conta as aventuras de pequenos hamster que saem de suas gaiolas para se reunir com seus amigos ou ajudar os seus donos. Quando estão em perigo eles costumam usar o "poder Ham Ham", que na verdade é apenas uma iniciativa dada por um hamster a todos os outros para fazer a mesma coisa, por exemplo: se um pula alto, os outros também. {Wikipédia} 

As Super Gatinhas: gatos + guerreiras mágicas, (e eu queria ser uma delas, beijos de luz). No início da série, uma jovem garota chamada Ichigo Momomiya participa de uma espécie de exposição com o seu 'paquera' e futuro namorado, Masaya Aoyama. Depois de um terremoto, Ichigo e outras quatro garotas são banhadas por uma luz estranha. Um gato aparece diante de Ichigo, se unindo com ela. No dia seguinte ela começa a agir como um gato e, depois de conhecer Ryou Shirogane e Keiichiro Akasaka, descobre que ela foi fundida com o DNA de um gato da montanha. Ryou e Keiichiro explicam que este lhe permite se transformar em uma Mew Mew, parte de um grupo de poderosas heroínas. Ela recebe ordens para derrotar parasitas alienígenas, que infectam animais e os transformam em Chimera Animas. Ryou e Keiichiro instruem Ichigo para encontrar as outras quatro garotas restantes. São Mint Aizawa, uma menina mimada e rica que é fundida com os genes da Vini Peruviana; Lettuce Midorikawa, uma menina humilde, mas inteligente, que sofre bullying e absorve os genes do boto-do-índico; Pudding Fong, que recebe os genes do Mico-leão-dourado e Zakuro Fujiwara, uma modelo profissional fundida com os genes do lobo-cinzento. {Wikipédia}


Yey! Esses são os animes que adorava e ainda adoro, não vou mentir e não vou falar dos que tenho vontade de ver porque daria outra lista gigante. Claro que eu não assistia apenas esses, um pouco mais velha eu cheguei a acompanhar Naruto, também assistia Bleyblade (eu tive um Bleyblade amigos) e claro o famoso Digimon que eu não gostava tanto assim. Naquela época eu achava muito parecido com Pokémon, me julguem. Estou aceitando indicações nos comentários, o que você gosta de assistir?

Um Nerdcast bem bacana sobre animes:

Sobre bruxas, cabelo e morar sozinha

Olá! Hoje eu trouxe os últimos assistidos e lidos: dois filmes e um livro. Depois de um bom tempo sem assistir filmes e outro lendo menos que o normal, acho que voltei com tudo em maio!


João e Maria: Caçadores de Bruxas: Em João e Maria: Caçadores de Bruxas nós temos o que era para ser uma releitura do clássico infantil transformado em um filme de ação. Mas eu gostei. Começamos com um flashback de quando João e Maria são  deixados na floresta e encontram a casa de doces da bruxa. Depois de certo tempo presos, obrigados a comerem doces para engordar, eles a destroem e se tornam caçadores. Muitos anos depois eles são chamados para sua antiga cidade para caçar as bruxas que estão sequestrando crianças e descobrir qual o plano delas. Ao decorrer do filme temos uma mistura de história e fantasia com vários esteriótipos da "bruxa cristã", aquelas que segundo a inquisição, tinham demônio dentro do corpo. Foi a única desculpa que encontrei para elas serem tão fortes fisicamente falando e usarem pouco suas varinhas. E uma coisa que me incomodou foi o fato das bruxas usarem bem pouco a magia na hora das batalhas e simplesmente partirem para golpes corpo a corpo. No meio disso tudo descobrimos que não existem apenas bruxas más e descobrimos também um pouco do passado de João e Maria. Falando em bruxas boas eu queria que elas fossem exploradas no filme. Uma das falas da única bruxa boa que aparece é que "as bruxas boas existem, são raras mas existem", queria ver um pouco de participação dessas tais bruxas boas. Faz até sentido elas não se mostrarem devido as circunstâncias da época, mas eu queria. E apesar do aspecto de filme antigo, as armas usadas pelos irmãos são bem avançadas, pode parecer estranho de primeira vista, mas eu gostei desse contraste antigo-novo. Mas enfim, parece que vai ter filme dois e estou um pouco empolgada, mas sem expectativas. No final das contas é basicamente um filme hollywoodiano de ação que não me deixou entediada. O João é o Gavião Arqueiro de Os Vingadores (<3) e filme é de 2013. {IMDb}


Bad Hair Day: o filme conta a história de Mônica uma adolescente de 16 anos, quase um gênio da tecnologia e programação, que vê sua vida virar de cabeça para baixo no dia do baile de formatura. Uma garota que não sabe muito bem como lidar com rejeição e tem medo de fazer suas próprias escolhas pelo o que as pessoas vão achar, ela mantém um espaço na internet onde compartilha seus desejos e deixa as pessoas votarem. O que elas escolherem é com o que Mônica vai ficar. Sejam roupas, acessórios ou até o namorado. Nesse dia em questão uma ex policial bate em sua porta procurando um colar que vou roubado e parou nas mão de Mônica por engano. Depois de conhecer a agente sua vida muda completamente. É um típico filme da Disney, não vou mentir. Temos os dramas adolescentes e os questionamentos que fazemos nessa fase. Esse é mesmo o caminho certo? Com o passar do filme percebemos que não é apenas o baile de formatura ou o cabelo que estão pairando em cima de Mônica e sim todas as suas inseguranças. O filme deixa um mensagem de não ligue para o que os outros pensam sobre você, seja você mesmo e ninguém é perfeito. E assistindo hoje com quase 21 anos percebo que essa é praticamente uma marca do canal. Tudo isso eu ouvi lá atrás quando eu assistia Hannah Montana e afins em 2008. Bad Hair Day é um filme bem bacana que eu nem pretendia assistir mas que veio parar na minha frente quando eu estava de bobeira nos raros momentos em que vejo TV. O filme é de 2015. {IMDb}


Morando Sozinha: no livro a Fran vai trazer um pouco do que ela já posta no blog, fazer checklists, contar histórias e dar várias dicas para quem já mora ou pretende morar sozinha. Eu não pretendo sair de casa tão cedo por N motivos mas já acompanho o blog Morando Sozinha tem uns bons dois anos eu se não me engano e apesar do público ser sim meio seletivo para quem quer morar sozinho (ou sozinha), tem muita coisa que chega a todo mundo como a categoria de finanças por exemplo. Falando do livro eu o vi como uma extensão do blog, como se fosse uma versão mais enxuta das categorias banhadas em histórias do cotidiano da Fran como quando ela saiu de casa para dividir apartamento, como ela encontrou o segundo apartamento onde mora completamente sozinha agora, causos do dia-a-dia, e tudo com uma pitada de bom humor. Ele é curtinho e cheio de ilustrações, dá para ler tranquilo em um dia se você quiser e se você não conhece o trabalho da Fran, recomendo. {Skoob}


O que você andou assistindo ou lendo nessa primeira semana do mês?