Resumo do mês

Terminando junho e começando a sentir o inferno astral, aguardando uma lua em leão como se minha vida dependesse disso. 

Em junho eu assisti Deadpool 2, troquei de óculos, fiz dois ensaios, ganhei uma calça, ganhei um bolo, comprei um all star preto de cano alto pra chamar de meu, desapeguei da canela fina, do cabelo solto, me envolvi com a copa - e deixo aqui registrado: se o brasil for pra final, eu compro uma camisa oficial de 20 golpes, comecei a ter cinema e audiovisual na faculdade e voltei a assistir Glee. 


O filme de 00:29 era "O plano imperfeito", da Netflix, e foi a comédia romântica perfeita pra terminar uma noite com muita risada e quentinho no coração. Essa calça ao lado do filme é a coisa mais confortável do mundo, e foi o empurrão que eu precisava pra voltar a praticar ioga nesse inverno, apesar de eu ter sentado no tapetinho umas duas vezes esse mês. E me sujei com carvão desenhando pra faculdade, mês que vem eu compartilho isso por aqui :)

Junho foi um bom mês, eu diria até um ótimo mês na verdade, e julho vai ser melhor ainda, pois afinal, faltam 25 dias pro meu aniversário! 

vem ni mim sol em leão

Esse é meu jeitinho

Ando passando por algumas mudanças, e essas mudanças me fazem procrastinar porque não consigo fazer com que as coisas andem e mudem ao mesmo tempo, eu preciso de tudo organizado para que não sinta que estou perdendo o chão. Deve ser muito o que a psicóloga me disse o tempo todo nesse tempo de terapia, que infelizmente fui obrigada a pausar para cuidar da minha saúde física, que eu sou metódica demais. Planilhas. Organização excessiva.
Eu não queria ser "organizada" à tal ponto. Talvez eu devesse mesmo mudar o foco e ir para o PCP. Eu estou mudando o foco, aos poucos, e descobrindo (e redescobrindo) minhas mil facetas. 30 não precisa ser a idade do sucesso se perceber que já estou fazendo, mesmo que não seja aquilo que eu planejei. Porque, olha só, eu não tenho o controle de tudo.
Minha última olhada nas horas do estágio foi dia 6 de maio e eu adiei o relatório até segunda ordem, porque não conseguia colocar ordem, e simplesmente sentar e fazer o que tinha que ser feito, pois havia bagunça aqui fora, e principalmente aqui dentro, e esse foi meu mês de maio: bagunça. Até eu dizer chega uns 2 dias antes do mês acabar... tentando ter controle mais uma vez.
Um mês de maio resumido à novas perspectivas, vontades novas, mesmos ranços, fotografia. Diferente da Rory, dessa vez (e só dessa vez) não quero ter as próximas duas horas e meia planejadas, eu gosto da ideia de alguns dragões, da possibilidade de não me estressar com o que não está em minhas mãos, de dormir cedo, e acordar cedo, de arcar com as responsabilidades na ordem que elas merecem e não de forma aleatória como vinha vindo, se transformando nessa bagunça. Deve ser esse sol em gêmeos. Parece contraditório eu querer perder o controle de forma tão organizada, mas esse é meu jeitinho.

Resumo do mês: Abril


Se eu terminei o primeiro texto do mês com um meme do homem-aranha, devo começar o último com outro meme. 

Abril foi uma bosta. Sinceramente. Eu poderia começar aqui falando do copo meio cheio, ver as coisas boas, mas na real, abril foi o pior mês de 2018 até agora. Gente sendo babaca gratuitamente, crises no trabalho, um plot que eu sinceramente não teria feito melhor. 7x1, etc.


Além disso eu voltei a escrever, veja só, ficção, e fiquei louca no Canva fazendo mil capas para histórias que só estão na minha cabeça. Participei (mais ou menos) do Camp NaNoWriMo (falta um dia para terminar e faltam 500 palavras). Teve clube do livro sobre Persépolis. Fui trabalhar de saia. Fui trabalhar de manhã. Fotografei. Baixei o jogo novo do Harry Potter para telefone e estou completamente viciada.

Me veio a questão de por que eu escrevo resumos do mês. Acho que não quero esquecer. Apesar de nem tudo ser bom e memorável, às vezes é com os perrengues que a gente aprende, e nem só isso, escrever essas memórias é um jeito de guardar para daqui uns anos voltar aqui e poder dizer: ficou tudo bem, eu sobrevivi. 




Assisti 'Alias Grace' e quero dividir minhas teorias, mas só depois de ler o livro. Perdi 5 pontos num trabalho porque esqueci de revisar e deixei "se espera" invés de "espera-se". Quantos erros desse devem ter se perdido aqui pelo blog. Não quero nem descobrir.

Quase mudei o layout do blog, mas percebi que esse ainda diz muito sobre mim.

Finalmente abril acabou. E que não se repita.

Perdas e recomeços

Eu não tenho um motivo para não ter escrito durante o mês de março. 

Não foi porque vai ter BEDA esse mês (não vai), não foi por motivo algum, só um conjunto de desventuras e acumulo de vida fora da internet. Olha só, fiz estágio durante todo o mês de março, foi correria, queria ter compartilhado em tempo real. Mais uma vez me reconecto com a fotografia, dessa vez com os pés no chão e menos fantasia, menos afobação. Terapia. Perdi uma tia. É difícil falar sobre isso. 

Além dessa vida de estagiária de Licenciatura que estou amando, bem no fim de março/hoje 1º de abril comecei a trabalhar em alguns projetos relacionados à minha vida na internet. Foi um mês muito cheio e muito cheio de nada ao mesmo tempo. Pessoas (são pessoas) indo e vindo. A vida no emprego anda uma lástima, mas é aquilo de tentar ver o copo meio cheio. 

Pessoas são pessoas e às vezes eu só queria poder evitá-las e eu acho que é por isso que gosto tanto de escrever: meus personagens eu posso controlar (nem sempre).

Todas as minhas fotos de perfil são ilustrações que encontrei no deviantArt porque meu único desejo é sumir do mundo real por enquanto, e sorte que o blog apesar de ser um reflexo da vida, não é ela toda, são só fragmentos os quais eu mesma escolho jogar por aqui. 

Sábado à noite e eu me maquiando para tomar banho. O making-of da última postagem no Instagram... um reencontro com a Eu maquiada, meio que versão remasterizada da adolescência... Esse é o conto de fadas, a vida real sou eu criando coragem de pisar no cemitério e inconscientemente pensando na roupa que vou usar e me sentindo culpada sobre isso, e escrevendo sobre isso. E usando os sapatos e me sentindo culpada por achar tão confortáveis. A vida real é feia de vez em quando. A vida real é o caos de sábado que larguei na penteadeira. E já segunda-feira de novo. E eu vou fingir que isso saiu antes da meia-noite. 

Essa é a vida real.  

que abril seja top

Apareceu a margarida

Primeiro preciso dizer que passei os últimos 15 dias escrevendo esse texto, e depois desse recesso, tô de volta - quando na verdade nunca fui.

Nesse meio tempo tive crises existenciais e fiz duas tatuagens. Estou de férias da faculdade. Estou lendo Simone. No momento, estou cansada.

Do dia 21 pra cá comecei um punhado de textos, mas resolvi deixar todos pra lá, simplesmente não queria. Foram de crises existenciais a pequenos poemas que achei fracos demais, ou informação demais para jogar aqui. E assim uma programação quase perfeita se completou nesse primeiro mês do ano.

Do dia 21 pra cá eu praticamente parei com a yoga sem querer e me arrependo. 

Era pra esse texto ser o resumo do mês de janeiro, mas é só mais um texto, e tudo bem.

Minha vida parece a cada dia mais agitada. Mais responsabilidades, mais quereres, mais metas, mais projetos, um pessoa pensando na pós-graduação ainda no 3º período da faculdade. Três de oito - aproximadamente (minha universidade não trabalha por períodos então vamos pela contagem da UFU só pra você pegar o espírito da coisa). Já dizia aquele filósofo, Renato Russo - "ainda é cedo". 


Na realidade minha mente está em um looping infinito entre possíveis estágios, volta às aulas, processos seletivos e unicórnios, não ando tendo muito tempo para simplesmente parar e escrever sobre como o céu é bonito, ou como aquele filme da Netflix onde as pessoas tem nome de dias da semana foi muito bom e WTF ao mesmo tempo. Parece banal demais. Enquanto isso minha vida pessoal anda um misto de "Gilmore Girls" e "Orgulho e Preconceito". 

por aí:

patrícia pirota - por onde andam seus sonhos?

2017

Chegou ela, a tão aguardada retrospectiva de 2017. Sinceramente, não sei o que escrever aqui. 2017 não foi um ano de coisas, foi de momentos, experiências, vivências, e tudo o que acontece dentro da gente. 

O ano pra mim começou de um jeito que prefiro evitar relembrar, foram tempos difíceis, os dois primeiros meses são um borrão atrás de tantas lágrimas e marcas na lente do óculos. Foi só em março que parou de chover - um pouco - e resolvi me permitir, abri as asas, tatuei minhas pombinhas (não são pombinhas), e o Loki entrou na família. As férias ajudaram. Abril fotografei e fui fotografada, e fui reconhecida no trabalho, e quero ser aquela gerente quando crescer. Em maio voltei pro casulo, mas fiquei por lá pouco tempo, com a chegada do inverno (curioso como saí do casulo nos meses da entrada do outono e do inverno) em junho, fiz até bastante coisa - boa e ruim. As ruins a gente tira de lição. Virei modelo de make e quero de novo. Caí de patins e ainda quero um patins pra chamar de meu. Quatro rodas de preferência. 


Julho, meu mês, pintei o cabelo de rosa, fiz uma limpeza de pele maravilhosa, comprei o domínio do blog e os girassóis chegaram. Agosto foi um mês para esquecer, tanto no trabalho quanto vida pessoal, apenas não. Literalmente o mês do desgosto, mas aí setembrou. Setembro chegou preparado pra atacar em plena sexta-feira, entrei de férias pela segunda vez no ano (sim!) e viajei sozinha para a belíssima Florianópolis. Agora toda vez que ouço You and I, da Lady Gaga me imagino cantando pra Floripa. Teve praia em Santa Catarina, teve Starbucks em Campinas/SP, teve Subway caríssimo no GRU, teve Virgina Woolf me acompanhando no avião, teve uma moça incrível me dando dicas de primeira viagem, teve o atendimento impecável da Azul Linhas Aéreas, teve diário escrito à mão, e teve minha primeira percepção de vida adulta comendo brócolis e gostando.

O último trimestre voou. Em outubro eu permaneci com ares catarinenses e fui em vários rolês legais, teve Banda Uó, teatro e clube do livro. Novembro foi quase um agosto², no trabalho a vontade de sair correndo gritando com os braços pro alto balançando foi grande. Porém graças à black fraude troquei de notebook e estou ultra feliz (afinal é um ultrabook - perdoa o trocadilho e não desiste de mim).

Esse ano não assisti ao Quebra-Nozes, meu clima natalino estava à nível de Grinch, virei adepta de vinhos com massas, incensos cheirosos para meditação, leituras mágicas e yoga (fiz só uma aula, hoje, porém temos tapetinho e vida saudável agora, migs). Em dezembro eu aprendi a pedir perdão. Fiz muita merda é verdade, e minhas únicas promessas são não repeti-las.


Gravei um vídeo breve de um resumão do ano, meu 2017 em 4 minutos e estou orando em todas as religiões pra não levar strike do youtube por causa do instrumental de Malibu, da Miley Cyrus, que reencontrei esse ano. Esse vídeo tem um pouquinho de tudo que amo e amei em 2017. O melhor livro do ano foi definitivamente Um teto todo seu, de Virginia Woolf. O melhor filme do ano foi Mulher Maravilha, e já disse que me arrependo de não ter ido ao cinema?

Faltam 15 minutos para a virada do ano e como diz minha camiseta motivacional da Renner: o melhor está por vir! Até daqui a pouco :)

Novembro: happy free confused lonely (in the best way)

Ou: resumo do mês

Esse foi o mês em que eu provavelmente mais escrevi diários aqui no blog, e infelizmente não saí de casa por motivos de força maior. Interagi com seres humanos desconhecidos, e percebo a preguiça que tenho sentido de conhecer novas pessoas. Li dois livros e meio, sem vergonha de dizer que adoro Paulo Coelho. Tenho alguns projetos em mente os quais pretendo dar vida em dezembro. Já tenho meu Natal planejado, a roupa do Ano Novo escolhida -- verde para derrotar os hunos, voltei a me conectar com minha espiritualidade -- percebe que ela fica aflorada em épocas específicas do ano, e deus, estou extremamente cansada. Cansada, humilhada, porém feliz e exaltada. Os humilhados foram exaltados esse ano. "Happy, free, confused and lonely at the same time", no maior estilo Taylor Swift. Aproveitei a black fraude pra comprar um PC novo e os posts com imagens voltarão.

Todo resumo de novembro é quase uma retrospectiva do ano, dezembro é aquela festa constante, todo mundo Pollyanna, novembro, aquela quinta-feira às 21:00 quando você conta os minutos para ir embora, até que enfim o décimo terceiro caiu, e acabou.

Fotos? Em novembro só postei uma selfie de peruca. Todos os planos foram adiados porque achei que o 13º ia cair no dia 20, mas caiu hoje. Esse mês eu só existi. Li Clarice para o clube do livro que dessa vez não consegui ir pois o trabalho não deixou, fiz um milhão de pesquisas sobre a cultura irlandesa e os Celtas e estou fascinada, estou lendo Paulo Coelho de novo e nem pode ser chamado de guilty pleasure, gosto mesmo. Não terminei Bliss, saudades feriados. 

As aulas de Artes de Verdade™ começaram e eu tô animada pra caramba, tô amando, apesar da trabalheira. Talvez eu poste as atividades por aqui? Bem provável que sim. 

Saudades sair pra clicar. 

Novembro pode ser resumido é ócio, raiva, ranço, Tinder, literatura que faz pensar e Outlander. E esperança de dias melhores. 

Pra dezembro, descanso.

Resumo do mês


É dia 31 de outubro, é Halloween, é o resumo do mês.

Esse mês eu tentei ver as coisas bonitas e com outros olhos espalhadas pela cidade e foi quase o mês inteiro postando fotos no instagram todos os dias - além claro de outras fotos de Florianópolis. 

Em outubro eu:
.bebi bastante chá, 
.comprei um caderninho novo pra continuar meu diário, 
.fui no melhor rolê de humanas que se respeita e assisti Banda Uó ao vivo, 
.fiquei nostálgica com meus CDs e pensando que sobre alguns poderia ter gastado o dinheiro em lanche, 
.tentei ver arte em tudo, 
.minhas aulas sobre arte começaram e já estou atrasada, 
.trabalhei de manhã pela primeira vez em um ano de operação e amei muito, 
.fui ao teatro, 
.participei de um clube do livro, 
.tive um dia bem bosta no meio de tantos dias maravilhosos, e essa é a vida - não é uma fábrica de realização de desejos. 

~agora todos faz uó faz uó faz uó~

lendo e vendo

Achei que tinha lido os volumes 7 e 8 de Sailor Moon esse mês, mas foi no mês passado, e semana passada assisti ao filme Frida (2002), e que vida sofrida. Frida transformou a dor em arte. Não é pra ser bonito, não é para agradar, é expressão. De leitura temática para o mês das bruxas finalmente comecei Bliss, da Lauren Myracle, mas por motivos de força maior tive que dar uma pausa, quero terminar ainda esse ano, e pro próximo encontro do clube de leitura, leremos Clarice e mal vejo a hora. 

Seu outubro foram mais doces ou travessuras?

Resumo do mês: Setembro


A primavera chegou e com ela o calor, as flores, minhas férias e minha primeira aventura quase totalmente sem planejamento. "Tá com medo? Vai com medo mesmo"

As férias ainda não acabaram, mas daqui quatro dias elas dizem adeus. O calor veio pra ficar. E de longe a coisa mais incrível que podia ter me acontecido em 2017, mesmo que ainda faltem três meses para o fim do ano, foi ter viajado - sozinha - para Florianópolis/SC. Já disse e repito: meu coração voltou pra casa catarinense.


Esse mês nós demos banho no Loki e vocês precisavam ver essa cena.


Na viagem eu escolhi voos cheios de conexões pelo sentimento de estar pisando em várias cidades em uma só viagem (não façam isso em casa, é muito cansativo). Passei por Campinas/SP (ida), São Paulo/SP e Belo Horizonte/MG (volta). 

Em Campinas eu tive a chance de ver "coé" a do Starbucks, porém tomei dos gelados, na volta eu queria ter experimentado um quente mas o terminal onde estava em Guarulhos não tinha Starbucks. Falando em Guarulhos, mal pousei em São Paulo e já fui assaltada! por que como assim um barato do dia no Subway saiu por R$19,00???!?! Brincadeiras a parte, foi só ver a Selva de Pedra lá de cima que deu vontade de descer e ficar por ali explorando a cidade. Tudo em São Paulo é grande, cheio de informações e fala três línguas. Bom, essa foi a sensação dentro do aeroporto. E não deu tempo de ver garoar na Terra da Garoa. Em BH eu já estava cansada demais para notar qualquer coisa, só queria ir para casa (ou voltar correndo pra Floripa).

Passei por só uma turbulência e nem me lembro em qual dos voos, esbarrei com gente muito gente boa durante toda a viagem e fiquei encantada com a educação do pessoal de Florianópolis! Desculpa se tiver algum uberlandense me lendo, mas só a gente sabe o quanto somos um povinho sem educação e metido, então aceita que dói menos. Voltei de lá querendo ser mais como eles, tentar injetar essa alegria constante que eu senti enquanto andava por lá.

Fatos curiosos: o uniforme dos cobradores de ônibus tem a opção bermuda, todo mundo tem cara de que tá pronto pra ir pra praia a qualquer momento (ou vai ver só por que era sexta-feira de manhã), dois policiais me deram uma carona depois de notarem que eu estava parcialmente perdida. 

Juro que vai ter um post só pra viagem! Aguardem cenas dos próximos capítulos :)

Lidos do mês


Destaque para "Um teto todo seu" de Virgínia Woolf que foi minha companhia de viagem, principalmente em pousos e decolagens, que também foi a responsável (junto com um empréstimo do meu notebook enquanto estava fora) por me fazer escrever demais a mão e me fazer comprar um caderninho novo. 


Dos filmes eu conheci "God help the girl", e às vezes passamos por momentos difíceis, momentos horríveis, mas se conseguimos perceber que não estamos sozinhos, fica mais fácil encarar tudo isso. Não estamos sozinhos. Temos amigos, a música, a arte no geral é uma escapatória e um lugar onde se apoiar. Esteja lá por seus amigos. Seus amigos de verdade estarão aqui por você.


Esses dias a Anna Vitória escreveu uma newsletter sobre ser adulto e se perceber adulto, e setembro de 2017 foi o mês em que isso aconteceu para mim. Do nada. Da noite para o dia acordei e estava adulta. Só sei que foi durante a viagem, talvez, depois da mordida naquele brócolis sem saber que era um brócolis, e de ter gostado. Eu acho que foi ali. E ser adulto nunca foi tão legal. A idade chega pra todo mundo. 

Se você leu até aqui, obrigada! Te vejo no mês que vem :)

Agosto: Várias lutas, algumas vitórias

Até o resumo do mês tá atrasado dessa vez.

Agosto foi o mês que resolvi BEDAR de novo e consegui quase metade do mês, vou me programar porque agosto de 2018, se o mundo sobreviver até lá, vai ter BEDA de novo. Também em agosto assinei minhas férias, meu presente de aniversário que comprei em julho chegou e conquistei minha tão querida Melissa Kazakova marrom <3, deu vontade de andar de patins porém não tenho um patins, li o livro Só Garotos da Patti Smith e ela se tornou mais uma das mulheres da minha estante-vida junto com a Amanda Palmer e a Shonda. Falando em Shonda cheguei na 11ª temporada de Grey's Anatomy, comecei a assistir Game of Thrones e assisti ao filme Corra (2017).

Agosto foi um bom mês, eu poderia dizer que foi um ótimo mês, aconteceu muita coisa pra lembrar, muita coisa pra esquecer, é aquilo, a vida é assim. Fica o aprendizado...

Pra setembro... paz de espírito.


Resumo do (meu) mês

Em julho eu:

.entrei para o lado cor-de-rosa da força;
.fiz uma limpeza de pele profunda e minha pele nunca esteve tão macia;
.só não fiz outra tatuagem por falta de tempo;
.tive vida social duas vezes (seriam três se a preguiça deixasse);
.completei 23 invernos;


.apliquei o método kondo nas minhas coisas e foi ótimo; 
.comecei a nona temporada de grey's anatomy;
.li dois livros;
.o blog agora tem um domínio personalizado; 
.surtei no trabalho;
.refleti sobre a faculdade;
.mudei o nome e o layout do blog.

🌻

Eu amo essa coisa de "ano novo pessoal" e pra mim esse novo ano significa estar ao sol. Por onde ando vejo um girassol, o girassol é uma das flores do meu signo e esse ano eu quero brilhar no sentido mais literal da palavra. 

Links

amizade com ex {vídeo}


Resumo do mês - Memórias de Junho/17

Esse mês eu não escrevi e foi proposital, queria e tinha que focar nas aulas da faculdade. Mas não me desliguei da internet e mais uma vez percebo que me desligar do blog nunca é a melhor opção, quando eu fazia algo era pra cá que eu queria trazer imediatamente, e é isso que vou fazer em julho, vivi, gravei, guardei.

Comprinhas

O inverno que estava chegando, já chegou e depois de muito tempo nessa indústria vital, realmente ficou frio em Ubercity. Sempre quis uma dessas jaquetas metade moletom e metade jeans, c&a realizou um sonho, e esse casaquinho branco que parece um monte de miojo foi na marisa. Não recomendado para frios imensos. E essa estrela foi no Parque do Sabiá no último domingo quando fui fotografar a Giovana.

Virei modelo

De maquiagem, isso mesmo. Uma ex-colega de trabalho virou maquiadora e fui modelo. Uma imagem vale mais que mil palavras.

Livros lidos

Depois de muito tempo sem ler direito terminei três livros esse mês, um deles em inglês: As Valkírias do Paulo Coelho, Eleanor & Park da Rainbow Rowell que intercalei a leitura em inglês e português, e O Sol e Peixe da Virgínia Woolf. Isso se deu por filas de banco e falta de internet em casa. No momento, terminando Orgulho e Preconceito da Jane Austen. E perdão pelo vacilo, mas não consigo ser a blogueirinha das resenhas.

They see me rollin, they hatin

Sábado à noite é dia de que? Isso mesmo, cair de patins. Não sei andar de patins, meu coração não aguenta tanta adrenalina, porém, amei cair andar de patins. Isso foi no começo do mês, o mesmo dia em que eu iria num show, porém bateu aquela crise existencial e andar de patins foi mais legal que ir no show. 

Fotografei

Saí pra fotografar duas vezes claramente usando roupa de gato. Em breve em um site perto de você (se meu notebook ajudar).

Netflix and chill

Sétima temporada de Grey's Anatomy e contando. Comecei RuPaul's Drag Race e terminei o dia pesquisando por perucas. Assisti Ramona e Beezus e é um filme super fofo sobre família e amor de irmãs, O Idiota do Meu Irmão, o filme perfeito pra passar o tempo, e só assisti porque tinha a Zooey Deschanel, e por fim Grandes Olhos que deixou as portas abertas para a Patrulha da Fraude me atacar, que filme ótimo, me arrependi de não ter ido ao cinema no lançamento. 

🍃

Olhando agora parece que junho foi enorme e ao mesmo tempo passou super rápido. Que venha julho!

Resumo do mês - maio 2017


Notei que mês pós BEDA é sempre uma decepção em número de textos, parece que sempre me dá aquele bloqueio. Tanto é, tenho dois textos nos rascunhos que não consegui completar. Além disso, não sei o que houve, mas esse mês apesar de ter saído bastante, me senti pairando sobre ele. Ando até me questionando se fazer faculdade EaD foi a melhor escolha, mas então percebo que é só mais uma crise existencial, e sigo em frente, afinal, amo o que estou fazendo e apesar de não saber se os planos serão os mesmos daqui três anos, ainda assim são ensinamentos que não me arrependo de estar absorvendo.

Desenhe seu próprio mapa


Uma das coisas que tenho dito para mim mesma nos últimos tempos é, não importa para onde tentem te levar, não importa se para os outros esse caminho não é o mais viável, permita-se desenhar seu próprio mapa para chegar no seu destino. Por mais que lá no futuro acabe que as coisas não saiam exatamente como o planejado, pelo menos a jornada você  foi capaz de dominar.

Se necessário, saia dos trilhos


E apesar do mapa, não se apegue à ele. Permita-se sair dos trilhos de vez em quando, fazer um caminho diferente. Pode ser uma curva mais longa que vai lhe trazer resultados melhores que os esperados lá na frente.

Apesar do cansaço, da vontade de desistir, sei que não posso porque tenho prioridades que dependem que eu continue onde estou, por hora pelo menos. Eu não gosto de admitir quando estou esgotada. "Com grandes poderes, vem grandes responsabilidades", meu grande poder é ser a tal da referência, e minha grande responsabilidade é me manter sendo. Mas não quero ser o homem-aranha. Passo o bastão para quem estiver mais disposto a mantê-lo a mostra, eu já não consigo mais.

Não bati praticamente nenhuma meta que propus para maio, e termino o mês com uma bela gripe. Até a próxima.

Links

Bruna Morgan - Namore alguém que ame a sua arte
Coffee & Flowers - Mulheres na fotografia

Resumo do mês - abril 2017

Abril foi um bom mês até mais ou menos o dia 20 e pode ser resumido em fotografia e várias tretas. 



O beda me apresentou a Jeniffer, o ser humano que faz esses planners lindos, e usei para me organizar (hahahaha) durante o beda, e já adotei para os próximos meses. O mais legal é poder ter a visão geral do mês sem ter que rabiscar nada.

Clique para ver em tamanho real
Durante esse mês eu fotografei e fui fotografada, refleti sobre meu propósito e minha carreira, criei um lookbook, entrei na bad, sai da bad, entrei na bad de novo, saí da bad de novo, chorei, briguei, fiz as pazes, e finalmente me sinto quase completamente fora da merda. A sensação que tenho é que os último dias de abril tem sido um loop infinito, que não termina nunca, eu nem quero que dia 1º de maio chegue, para mim ele só vai ser o domingo de abril. Além disso tudo, não consegui nem me concentrar nos estudos nas últimas duas semanas.

Mas nem só de tretas e dinheiro escasso viveu esse fim de mês! Na quarta-feira (26) participei pela segunda vez de um evento de reconhecimento na empresa em que trabalho, e ser reconhecido por um bom trabalho é uma das coisas que eu mais amo. Parece que todo o esforço valeu a pena. 

E mais do que isso, a gerente da vez pareceu um espelho para mim, eu só conseguia pensar que "quando eu crescer quero ser que nem você". Claro que nossas prioridades são diferentes, assim como nosso estilo de vida, mas é o tipo de gente bem-sucedida onde a gente consegue ver que apesar de estar onde está, é gente como a gente, e se a gente quiser pode chegar onde ela chegou, ou ir até mais longe. E ela é mulher, o que é mais inspirador ainda. 


Abril também foi feito de descobertas, sorrisos e aprendizados. Descobrir que eu posso ser feliz na minha própria companhia tirou todo um peso e pressão de ter de conhecer novas pessoas. Eu só vou me esforçar para isso se eu quiser. Claro que às vezes ainda rola a saudade, a vontade de ter aquela companhia em específico, mas por ora eu só quero me curtir, trabalhar, crescer, e inspirar as pessoas como fui inspirada, mostrar que sou capaz, do meu jeitinho, de fazer o que todo mundo acha que não sou capaz. 

E também nesses últimos dias estava pensando que ninguém me leva a sério, e pode até ser, seja por tamanho, cara de adolescente, ou cabelo colorido, mas eu cansei de fazer esse esforço para que me vejam como uma profissional capaz, eu sei do que sou capaz, e vou continuar fazendo meu bom trabalho.

Ao mesmo tempo em que muita coisa aconteceu ao mesmo tempo nessas duas últimas semanas, ao mesmo em que ela foi agitada demais, ela foi evolutiva demais. Consegui sentir que cresci como ser humano, pelo menos um pouquinho. E não pretendo fazer outro beda tão cedo.

Tchau, março! // Resumo do mês

Março foi um mês tão cheio de procrastinação que procrastinei até o resumo do mês. Foi o mês em que finalmente tirei férias, porém não consegui exatamente descansar pois também foi o mês em que mais entrei na bad na história dos meses de bad. Eu até consigo imaginar o motivo, mas não vale a pena, vida que segue. Tanto é que não tem muito o que falar, eu não sei muito o que falar. A única coisa mais grandiosa que me aconteceu definitivamente foi a tatuagem e o Loki ter entrado na família. Fiquem com um vídeo meio torto:

Prazer, Loki


Aliás eu entrei numa vibe de gravar vídeos, do tipo, o liquidificador batendo um futuro milkshake e estou me perguntando se usei algum tipo de droga. Não que eu saiba. 

E troquei meu equipamento fotográfico. Quer dizer, comprei uma câmera nova e falta a moça enviar, a Oly (só porque é uma Olympus) fará uma longa viagem de Porto Alegre até Minas Gerais. 

Enfim, março.

Resumo do mês - Fevereiro

Em fevereiro eu me senti o tempo todo em uma montanha russa que foi mais para baixo que para cima. Definitivamente existem mil coisas em mim e ao meu redor que quero mudar, mas às vezes, na maioria das vezes (odeio admitir), me sinto imponente, como se eu não fosse essa pessoa capaz de fazer qualquer coisa. Eu me esqueço disso, que sou capaz de voar se eu quiser, e fico me prendendo cada dia mais, cada vez mais à correntes imaginárias que eu mesma criei. Fico tento picos de energia e quando a luz acaba eu desabo. Parece até que já escrevi sobre isso antes. Minha vontade é de estar escrevendo sobre coisas felizes, mas por agora tudo o que tenho é esse estado fantasma, onde eu pairo sobre as coisas. A única coisa que tenho certeza que sei é que sou muito mais sincera quando escrevo. É mais fácil.

Porém quero deixar tudo isso para trás agora em março. Não apenas quero, eu vou. Querer é muito pouco. Pode parecer um texto confuso e inconclusivo, mas é um texto real. Eu não vou mais sofrer, eu não vou mais chorar, eu não vou mais fugir. Até então a única coisa que sempre fiz foi fugir. E esse tá sendo o resumo do mês mais estranho da história. É que tudo estava indo bem nesse curto mês que é fevereiro, mas daí me veio uma maré de bad, e essa maré de bad me engoliu, não foi uma semana, não foi durante uma grande parte do mês, foi hoje, no último dia, quando eu pensava que estava tudo bem, mas não tava, e aí fiquei ali parada no meio do quarto com a cabeça girando e me perguntando por que porque porquê por quê. Daí eu levantei, parei de perguntar pqpqpqpqp e fui viver. Maré de bad, às vezes bate, algumas vezes vem em forma de onda, em outras, tsunami. Sorte minha que sei nadar (cachorrinho).

Falando em cachorrinho, eu quero ter um cachorrinho e só não falo que vou ter um cachorrinho por motivos de mãe não quer um cachorrinho.

E eu nem quero que nada seja perfeito, eu só quero existir e viver da melhor forma possível.


1) Spotify premium é amor, mas quando acabar o mês grátis certeza que volto a usar os dados móveis sem pensar duas vezes.
2) La La Land - Cantando Estações ganhou o Oscar no meu coração.
3) Ouçam a trilha sonora de  La La Land - Cantando Estações (tem no Spotify).
4) Dancem ao som da trilha sonora de  La La Land - Cantando Estações.
5) Amor próprio é tudo.
6) Cedo ou tarde o seu quarto de infância não vai ser mais que isso - seu quarto de infância.

Até a próxima...

Resumo do mês - Janeiro


Janeiro começou com ar de dúvida, e eu sabia que algumas mudanças estavam por vir. Em janeiro eu estive em uma constante sensação de ansiedade. Sabe aquela música Dança da Manivela do Axé Bahia (que achei que era do É o Tchan!), "tá quente, tá frio", é a melhor analogia que consigo fazer no momento para dizer que estava me sentindo como "algo vai acontecer, não vai"... porque na verdade, aconteceram coisas. Não coisas que tiveram começo, meio e fim, mas começaram coisas. E a minha agitação tem muito a ver com a leitura de "O ano em que disse sim" da Shonda (cuja qual nunca vi suas séries, só o começo de How To Get Away With Murder), e eu comecei a dizer sim. Esse não é um livro de auto ajuda nem nada, é mais uma conversa entre amigas onde Shonda te diz "você nunca diz sim para nada" e a partir daí parece que sua mente tem um clique e vou guardar mais comentários para a resenha. Enfim, janeiro.

O que eu estou lendo
"O ano em que disse sim", Shonda Rhimes - Leitura do meio para fim, que inspirou completamente meu janeiro, "O Nome da Rosa", Umberto Eco - Leitura do começo para o meio que pausei simplesmente pelas passagens e latim e a edição que é terrível (não comprem a edição de bolso desse livro) e "As Crônicas de Nárnia: A viagem do Peregrino da Alvorada", C.S. Lewis - Volume cinco de As Crônicas de Nárnia que deixei no comecinho para ler o livro da Shonda.

O que eu li
Terceiro livro de As Crônicas de Nárnia "O Cavalo e seu Menino"

O que estou assistindo
Dragon Ball GT - S01E07
Flash - S01E05
Once Upon a Time - S01E03
Supergirl - S02E01

Esse mês sai para fotografar mais uma vez, e tenho alguns projetos em andamento, e não posso negar que estou com medo, mas continuo seguindo adiante com a cabeça erguida e fazendo a Pose do Poder, me sinto cada vez menos mais do mesmo e cada vez mais, eu mesma.

Resumo de novembro

Pra quem ficou com vontade de fazer blogmas, novembro foi uma vergonha. Eu postei exatamente duas vezes. Esse mês eu falei de moda e reclamei do tédio, terminei as aulas, fiz uma prova, tenho mais duas para fazer e um trabalho para terminar, comecei a reler Clarissa pois me serviu de inspiração para o crônica que preciso escrever, terminei Gilmore Girls e assisti a todo o especial quase no mesmo dia e como assim aquele foi o final? gostei, mas faltou alguma coisa, quero saber mais sobre as Gilmore Girls.

Mudei o template do blog e ainda não está exatamente como eu quero - e perdi a imagem do cabeçalho. É sofrível quando vamos para as páginas antigas e aparecem uma postagem solitária por vez, e não sei como tirar isso, tenho várias indicações literárias da faculdade para ler porém me faltam temers para adquiri-las e não quero ler em ebook no momento. Algumas delas são "O Mundo de Sofia", "O Nome da Rosa" e "Cândido ou o Otimismo", livros que fiquei de ler há um tempo e por isso deveria tê-los em casa, mas não tenho.

Quem estuda Filosofia é meio doido. E pensar que "escrevi crônicas" a vida inteira, mas quando preciso escrever para valer travo. 
Dos filmes: 
12/11/16 - Um Lugar Solitário para Morrer  ★★★★
19/11/16 - Drácula – A História Nunca Contada  ★★★★★
20/11/16 - Assim na terra como no inferno  ★★★★★

Dos links:

Faltou feijão pra novembro.

Considerações sobre outubro

Um mês que iniciou com colapsos e a morte oficial do meu notebook, seguiu com a minha primeira semana de aula em Licenciatura em Artes Visuais, uma breve exploração sobre o universo educacional, curiosidade para desbravar livros de Pedagogia e um tema de trabalho que me deixou empolgada e confusa sobre o como fazer. Completamos nosso sétimo mês-versário, e usei saia longa no trabalho - mais de uma vez. E terminei o mês sentindo cólica.

Outubro.

Ainda não sou a melhor pessoa do mundo na hora de tomar decisões, ainda falo mais que a boca e assusto as pessoas com a minha cara de poucos amigos, mas é a minha cara, não posso fazer nada. Choveu uma quantidade razoável de vezes e já não lembro se tomei chuva esse mês ou em setembro. Faltam dois meses para o Natal, sinto uma necessidade de colocar a câmera no pescoço mais uma vez, usei vestidos mais de uma vez, li até bastante e minha lista de leitura só aumenta.

O que ainda dá para fazer em 2016? Da minha lista de não-metas eu queria dormir antes da meia-noite, consegui (a maior parte), praticar Yoga ou Pilates, foi um dia para cada e nunca mais, deixei o cabelo crescer até setembro quando precisei cortar de novo, e ele segue crescendo mais uma vez, fiz exame de vista, troquei a armação do óculos, nunca mais procurei saber sobre glaucoma, fica para 2017, "dar uma sacudida" é apelido para o que fiz no meu guarda-roupa, e eu não me alimento mal. Nunca mais cheguei perto do meu livro, não viajei, terminei por hora a "reforma" do meu quarto, faltam apenas mais alguns detalhes. Nada de aulas de francês, quando finalmente calcei o oxford, ele descascou. 

O que ainda dá para fazer em 2016? Não sei? Não tem nada que eu sinta que ficou pendente até aqui. Life was never worse, but never better... sabe? Tá bom assim, eu sinto que realizei tanto até aqui, e não é como se eu quisesse me acomodar ou como se estivesse na sala de espera da vida mais uma vez, ainda quero fotografar pelo menos mais uma vez esse ano, isso é certeza, de resto, que venha, estarei de braços abertos.


Setembro: Seja como flor


Setembro foi um mês esquisito. O mês das crises. Depois de tantos textos regados pela bad, você deve ter notado. Coisas acabando, começando, recomeçando. Espero do fundo do meu coração que meu notebook não tenha morrido. Setembro.

Ainda não sei o que dizer sobre setembro. De modo geral, não consigo dizer que foi um bom mês. De todos os meses do ano até agora, setembro leva o título de pior, foi pior que janeiro, e espero que as coisas melhorem em outubro. Na verdade, sinto que as coisas já estão melhorando enquanto escrevo esse texto. Ao mesmo tempo em que me sinto estática, me sinto em movimento. Fechei um ciclo e estou iniciando outro. E isso sempre dá medo.

Links do mês
a summer de hoje é o tom de amanha
verdades de uma pessoa introspectiva
os momentos de silêncio
a teoria do impossível
nunca reclamar, só agradecer
look do dia, identidade e afins
Lendo & Assistindo

Esse mês eu terminei de ler "A Arte de Pedir", da Amanda Palmer e só foi um quatro estrelas devido ao final livro. Começou a ficar enrolado e repetitivo. Mas não posso tirar o mérito de que ela me fez me enxergar como artista pela primeira vez em dois anos. Depois eu li "Histórias Extraordinárias", de Edgar Allan Poe e gostei bastante da experiência. Normalmente eu fujo de histórias nesse estilo, mas consegui lidar bem com Poe, nem posso dizer que senti medo, na maior parte foi mais um incômodo. Para fechar o mês eu (finalmente) li "Sejamos todos feministas", da Chimamanda Ngozi Adichie. Apesar de ter adiado essa leitura, ela foi ótima mesmo assim. Foi bom finalmente tocar nesse assunto de verdade. Não nego que às vezes eu fechava os olhos para verdade e ignorava a "palavra com F", mas chega uma hora que ela meio que grita, sabe? Recomendo bastante a leitura. E terminei o sexto volume de Sailor Moon!

Gilmore Girls

"Gilmore Girls: Um Ano Para Recordar" sai em novembro e eu já estou quase na metade da sexta temporada. Meu desejo é que Lorelai e Rory voltem logo a se falar e que o casamento de Luke e Lorelai realmente exista. Mas algo me diz que o segundo dificilmente acontecerá.
Que em outubro as coisas melhorem e o mês não seja essa turbulência que foi setembro. Daqui três meses daremos adeus à 2016 e posso dizer como estou feliz por estar vivendo este ano. Mais força e foco. Tá tudo bem.